sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Vamos embora, pro bar...

Beber, cair, levantar!

Êêêêêêêê!!!
Uebaaaaa!!!
Yupiiiiiiiiiiii!!!

Vai acabar a abstinênciaaaaaaa!
O Gui faz 1 ano no dia 14 de outubro... Parei de amamentá-lo há dois meses, mais ou menos. E enquanto eu o amamentei não bebia nada alcoólico, por motivos óbvios (e também nem dava tempo para isso).
Já foi uma maravilha poder voltar a tomar uma cervejinha antes do almoço de sábado ou domingo lá na casa dos meus pais com todo mundo reunido (pai, mãe, marido, irmão, cunhada, crianças), sentados na varanda, tentando conseguir um pouquinho do sol que nem sempre dá as caras no final de semana curitibano (nem durante a semana também), poder tomar aquele bom vinho quando recebemos alguém em casa na sexta ou no sábado a noite...
Eu adoro isso!
Não o fato de beber, mas o fato de confraternizar com amigos e familiares. AMO ficar sentada em volta de uma mesa de amigos jogando conversa fora, sem me preocupar com o horário, sem nem lembrar que existe trabalho (apesar da gente sempre falar sobre trabalho)...
Voltamos a fazer isso em casa, mas muitos dos nossos amigos agora tem filhos pequenos também, e dificulta um pouco as coisas. Damos um jeito de fazer a criançada dormir e sentamos para comer, beber, papear... mas na segunda garfada ou no terceiro gole sempre um dos pequenos chora... e na seqüência... chora o outro! Então não dá para conversar tão descontraidamente assim.

E, por conta das responsabilidades de uma mãe de família, não consegui ainda ir a um barzinho com os amigos como eu costumava fazer quase toda semana.
(isso sem contar a época da faculdade, onde a freqüência nos bares era muito maior – ta aí uma coisa que aprendemos na engenharia!)

Mas hoje eu vou tirar a barriga e o fígado da miséria... Chega de folga, meu fígado já está há muito tempo só na comidinha saudável, aguinha, suquinho natural, no máximo uma coca-colazinha...
Vou a um barzinho onde tem rodízio de petiscos (comida de boteco, ueeeeba!), muito chopp e caipirinha!
Vou comer mini-pastéis, mini-escondidinhos, provolone frito, mini-carne-de-onça, mini-burritos, mini-kibes, calabresa com cebola, tulipas de frango, mini-baked-potato... e tomar muuuito chopp!!!
Caramba, faz taaaaanto tempo que eu não faço isso (bem mais de 1 ano – para quem ia toda semana pelo menos tomar um chopp e comer batata frita com a turma, isso foi uma tortura) que estou até tendo trimiliques característicos da síndrome de abstinência!!!

E não, não é pela bebida alcoólica! Eu poderia ir a um bar apenas para tomar coca-cola com os amigos... mas COM OS AMIGOS! Isso faz toda a diferença na minha vida!
E eu gosto do ambiente descontraído dos bares, da música, do zum-zum-zum de muitas pessoas falando ao mesmo tempo, do garçom bem humorado que nos atende super bem, da comida de boteco, nada saudável mas que é uma delícia, de erguer um brinde pela amizade, pelo companheirismo, pela felicidade de poder estar reunida com amigos queridos.
(O problema é que eu sempre falo tanto, mas tanto, que meu chopp sempre acaba esquentando e a minha batata-frita acaba virando batata-fria)
Eu gosto tanto desses ambientes (ainda mais agora que não pode mais fumar em ambiente fechado) que, acho que quando eu abandonar a engenharia vai ser para abrir um café-bar(que tal “Bar e Cafeteria Urbanna”?), um ponto de encontro para pessoas que apreciam a amizade, o convívio e o companheirismo tanto quanto eu.

Pode até parecer papo de bebum (até pode ser), mas é que eu vejo que nessa nossa correria de todo dia, acabamos deixando um pouco os amigos de lado, acabamos nos acomodando com a rotina de trabalhar-comer-dormir (no meu caso e de muita gente: trabalhar-cuidardefilho-co(cuidardefilho)mer- dor(cuidardefilho)mir) e se não fizermos um pouquinho de esforço para sair desse estado inerte e vegetativo nós acabamos ficando sozinhos e cada vez mais mal-humorados.
Digo isso porque eu tenho dois bons exemplos por perto, pessoas do meu convívio que fecharam-se no seu lar-doce-lar e não gostam mais de receber amigos, nem de freqüentar casa de amigos, muito menos de sair para um lugar público. E essas pessoas tornam-se cada dia mais mal-humorados, mas pessimistas, mais inertes. Eu VEJO isso todo dia!!!

Então borá lá chamar os amigos, pedir uma pizza, ir pra um barzinho, ou pra um restaurante, fazer uma massinha em casa e chamar aquelas pessoas legais que você conhece para jogar conversa fora e encher a alma de alegria e de energia.

Eu estou indo!
E não preocupa não (irc), vai ficar "zuzu" bem, porque (irc) tem quem dirija pra mim hoje...

6 comentários:

tesco disse...

Na hora do álcool tô fora! Nessa hora sou muçulmano. Mas ausência de bar não implica mal-humor, eu nunca fui mal-humorado. _Beijos.

Daniel Ribeiro disse...

Se tem uma coisa que eu gosto é reunir os amigos, ficar beliscando "porcarias" e tomar alguma coisa..qualquer coisa..cerveja, água, suco, etc. O importante é reunir os amigos naquele clima gostoso.
Quando vc abrir o café-bar, me chama que eu levo os amigos.

bjus

Renatinha disse...

urbANNA,
Me deu uma certa vontade de estar na mesa de bar com vc bebericando...
Divirta-se... 1 ano de abstinência sem contar o tempo de gravidez.... rs
beijos
Re

Cláudia disse...

Menina, voce disse tudo!!!!
Encontrar os amigos é uma delicia! O lugar nem importa tanto, o que importa mesmo é o encontro. Adoro!
Vivo chamando meus amigos para vir em casa, dá trabalho, antes e depois, mas é um cansaço bom né?
Voce tem toda razao, se a gente nao se esforçam nao ve os amigos nunca, o que é muito triste, porque são eles que renovam nossas energias.
beijo

ANNA disse...

Tesco,
Não é a ausência de bar que deixa as pessoas mal-humoradas, não foi isso que eu disse. O que eu tenho certeza que deixa as pessoas mal-humoradas é se trancar na sua vidinha particular, sem deixar que os amigos façam parte, é não querer sair pra lugar algum para encontrar os amigos, é não querer recebê-los em casa. Eu conheço gente bem próxima que tem bina no telefone residencial e que não atende determinados parentes ou amigos que ligam no final de semana pois sabe que eles podem estar ligando para avisar que estão indo até a casa deles para encontrá-los ou para convidá-los para ir numa festinha de aniversário ou um jantar qualquer... Isso sim, eu acho o cúmulo e tenho certeza que vai acabando aos poucos com o humor de qualquer um.
beijo
urbAnna

ANNA disse...

Daniel,
é muito bom não é? Pode deixar que eu aviso quando inaugurar o café-bar! Hahaha

Re,
Nem me fale, vc seria uma excelente companhia para ficar papeando e bebericando!!!

Clau,
é isso mesmo, por mais que a gente viva na correria, cansada, com mil e uma tarefas, tem que sobrar um tempinho para os amigos, senão eles vão se perdendo e quando a gente tiver tempo para eles pode ser que eles estejam muito mais ocupados com outros amigos mais presentes...

Beijo
urbAnna