segunda-feira, 20 de julho de 2009

Apelando...

A gente apela para qualquer coisa para tentar fazer um filho dormir durante a noite!!!!
Mesmo não acreditando que o método vai funcionar plenamente. Mas disciplina, rotina e canja de galinha não fazem mal a ninguém né?
Será que sai muito caro trazê-la para minha casa para ensinar o Gui a dormir???
Sério, a situação tá difícil, as pessoas me dizem "oi" e eu digo "tchau", o telefone sem fio foi encontrado na geladeira, morrendo de frio, pego minhas impressões na impressora que fica na mesa ao lado e dois minutos depois me pergunto por que ela não imprimiu os documentos que mandei, a máquina de lavar está tendo que fazer milagres para limpar a roupa, pois eu não lembro mais de colocar sabão e amaciante...
Será que tenho chances de voltar a ser levemente normal?

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Clau... era verdade!!!

Há uns 3 meses atrás, quando eu reclamava que a minha barriga não voltava a ser como era antes, mesmo meu filho já tendo 6 meses e eu já ter retornado ao peso de antes da gravidez, a Clau me disse que ela voltaria sim a ser como antes, era só uma questão de tempo.

E não é que era verdade?

Dei um esbarrão no espelho nesta semana e notei que ela voltou mesmo, Clau!

O problema é que meu peso continua diminuindo... e o do meu filho só aumentando...
Daqui a pouco ele é que vai estar me carregando no colo!

Das dificuldades de ser mãe e mulher...

A maior delas é fazer o marido entender que é impossível ter a mesma frequência sexual de antes tendo que acordar de 6 a 8 vezes toda noite para atender o filho que não tem um sono contínuo e tranquilo desde que nasceu, ou seja, há 9 meses.

A segunda maior delas é aprender a dizer não e não se sentir culpada por isso se ele ficar chateado, ou até mesmo sem falar muito com vc no dia seguinte.

Meu Deus, esses homens (tá bom, esses homem e meio) querem me esgotar!

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Criança moderna

Minha sobrinha de 4 anos nunca havia andado em um ônibus de tranporte público.
Aí, um dia desses chegam meu irmão e minha sobrinha lá em casa e a primeira coisa que ela me diz é:
- Dinda, eu vim de ônibus!!!

Ela estava toda feliz, alegre e saltitante, como se andar de ônibus fosse algo como ir a um circo, ou a um zoológico (bem, dependendo do horário e do ônibus que a gente pega aqui na cidade é bem parecido mesmo).

Meu irmão então relata a reação da pequena ao entrar no ônibus:
- Pai, tem banheiro no ônibus?
- Não, filha, não tem, vc quer ir ao banheiro?
- Não pai, só pra saber.
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- Pai, tem certeza que a gente pegou o ônibus certo?
- Claro que sim, filha.
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- Pai, não tem aeromoça aqui não?
- Não, claro que não, isso não é avião!
- Então não vai ter nem um lanchinho? Nem barrinha de cereais?

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Voltando...

Então...
Então eu surtei, falei tudo que me incomodava, gritei, chorei demais, pedi arrego, declarei esgotamento físico e emocional depois de uma fase muito difícil no pessoal e no profissional...
Aí eu resolvi tirar férias, até porque tinha duas vencendo.
Neguei toda e qualquer proposta para vender as minhas férias.
Desliguei-me de tudo, principalmente de telefone e computador.
Só não consegui desligar do filhote, esse é impossível.

Mas voltei renovada, aproveitei as férias para gastar mais do que devia com salão de beleza, roupas novas, acessórios novos e olhar para mim um pouco mais. Afinal... sou mãe e profissional dedicada, mas ainda sou mulher, certo?

Conclusão tirada desse período difícil seguido de uma pausa?
É essencial que eu não esqueça de mim mesma. Essencial!

NOVIDADES DO FILHOTE:
- Aprendeu a dar beijo (quando pedimos e ele está de bom humor e boa vontade);
- Aprendeu a dar tchau e bater palminhas (mas só o faz com as mãos fechadas... certamente herdou esta característica - pão-durismo - do pai e não de mim);
- Apontou uma ameaça de dente, estava muito fora do lugar dos primeiros dentes - que deveriam ser os da frente - e saindo mais por cima da gengiva do que devia (cheguei a pensar que já teria que mandar colocar um aparelho ortodôntico!!!)... Isso me preocupou.
- Aí levei ao pediatra e perguntei sobre o suposto dente... O pediatra disse que não é dente coisa nenhuma, mas sim uma "pérola" - deduzi que estou criando uma ostra!

Corrigindo uma falta imperdoável

Re, querida...
Perdoe-me!
Somente hoje verifiquei que ainda não tinha o seu link aqui no blog... (mas acabei de colocar)
Putz falta imperdoável!
Mas... me perdoa?

Beijo
urbAnna